quinta-feira, 16 de abril de 2009

Repouso no Espírito: Verdade ou indução coletiva?


Observamos em alguns encontros ditos carismáticos da RCC, a prática do dito "repouso no Espírito Santo". Onde jovens e adultos em geral em um determinado tempo do "encontro", "culto", repousam (caindo para trás sendo segurados por uma pessoa na maioria das vezes e colocado deitado no chão). Tal fato é visto como obra de Deus! A doutrina Carismática ou Pentencostal assim afirma.

Devemos salientar que não existe uma única Suma Teológica ou outro documento oficial da Igreja Católica assinado por um Papa nem mesmo de nenhum Pai da Igreja, falando sobre tal prática chamada de 'repouso no Espírito". Sabemos que durante milênios isso nunca foi realizado entre católicos , mas sim pelos protestantes, apos o sec. XVI. é FATO!
O que diz a CNBB ?

O documento nº 53 da CNBB, "Orientações Pastorais sobre a Renovação Carismática Católica", dá a seguinte orientação: "em assembléias, grupos de oração, retiros e outras reuniões evite-se a prática do chamado 'repouso no Espírito'. Essa prática exige maior aprofundamento, estudo e discernimento".

Alguns líderes da Renovação têm a preocupação de que o repouso no Espírito não seja ativado pelo Espírito Santo, mas que, pelo contrário, seja um fenômeno misto. O autor de um artigo na revista New Covenant comenta:

"Outros têm algumas reservas sobre este fenômeno. Vêem a experiência como algo muito semelhante aos estados de hipnose e de auto-sugestão que não estão, necessariamente, relacionados com o Espírito Santo. Eles questionam seriamente a base escriturística do fenômeno e têm graves reservas sobre a sabedoria pastoral de encorajá-lo"(.Pe. Robert DeGrandis, ssj.)

Devemos ter cuidado com doutrinas estranhas , diferentes das ensinadas pela Santa Igreja Católica.

Vejamos alguns videos desta prática do "repouso no Espírito":





quarta-feira, 15 de abril de 2009

Novo Arcebispo de Juiz de Fora-MG

Posse do novo Arcebispo de Juiz de Fora-MG



A Igreja Católica Romana em Juiz de Fora-MG, agora ja pode comemorar pela posse do seu novo Arcebispo Metropolitano . Se trata de Dom Gil Antônio Moreira.

Nascido em 09 de outubro de 1950 em Itapecerica – MG, Até a nomeação para Juiz de Fora, atuava como bispo em Jundiaí (desde 2004).

Nascimento: 09/10/1950
Ordenação Presbiteral: 18/12/1976
Ordenação Episcopal: 16/10/1999
Nomeação como Arcebispo de Juiz de Fora: 28/01/2009
Posse como arcebispo de Juiz de Fora: 28/03/2009
Lema Episcopal: "Scis Amo Te" – Senhor, sabes que eu te amo

É Bacharel em Letras, Filosofia e Teologia . É Mestre em História Eclesiástica pela Universidade Pontificia Gregoriana em Roma..

Foi ordenado sacerdote no dia 18 de dezembro na sua cidade natal e foi ordenado bispo no dia 16 de outubro de 1999.
É membro da Congregação para Educação Católica (Roma). Publicou alguns livros, dentre eles: História Eclesiástica da Paróquia de Itapecerica (1984), Semana Santa em Itapecerica (1994), À Sombra do Campanário (2003), Matriz de São Bento - Cem anos de Bênçãos (2005), Evangelizando – 2007. O livro A Reforma do Clero no Século XIX ainda está em trabalhos gráficos.
O brasão:


O escudo obedece às regras heráldicas para os Arcebispos.
O campo de blau (azul) representa o firmamento celeste e ainda o manto de Nossa Senhora, sendo que este esmalte significa: justiça, serenidade, fortaleza, boa fama, nobreza e a serenidade e a lealdade do arcebispo em relação às exigências do episcopado e a serviço que lhe foi confiado.
O Cordeiro Pascal é símbolo de total doação e de mansidão; sendo que por sua cor branca simboliza a inocência, a castidade, a pureza, a tolerância e a Candura de Cristo em sua imolação, e ainda a eloqüência, virtudes essenciais num sacerdote.
O báculo é símbolo do Pastor e emblema da jurisdição canônica episcopal; sendo, também, uma homenageia ao patriarca São Bento, padroeiro da cidade mineira de Itapecerica, a terra natal do Arcebispo, sendo de jalde (ouro), traduz nobreza, autoridade, premência, generosidade, ardor e descortínio; e , ainda, lembra os primórdios da povoação de Itapecerica, que teve sua origem no século XVIII, com a extração aurífera.
A rocha, colocada em ponta, simboliza a força inabalável de Deus e também o Apóstolo Pedro, sobre o qual Cristo edificou a sua Igreja (Mt 16,18); a rocha também é uma referência à cidade natal do Arcebispo, Itapecerica, palavra que em sua origem etimológica tupi significa pedra-lisa. Sendo que seu metal argente (prata) tem o significado acima descrito.

O chefe, terça parte superior do escudo, é de goles (vermelho) simbolizando: o fogo da caridade inflamada no coração do Arcebispo pelo Divino Espírito Santo; o sangue de Cristo derramado, por extremo amor, pela salvação da humanidade; bem como: valor e socorro aos pobres, órfãos, injustiçados, enfim a todos os necessitados.
A estrela representa Maria Santíssima, Estrela da Nova Evangelização, e suas oito pontas representam os pontos cardeais e os pontos colaterais, significando todos os pontos da terra, que Jesus ordenou que fossem evangelizados (Mt 28,18-20); sendo de argente (prata), tem o significado deste metal, acima descrito.
As cinco cruzetas simbolizam os cinco séculos da evangelização no Brasil.
A cruz de duas traves e o pálio demonstram a dignidade arquiepicopal, tal qual o galero (chapéu eclesiástico) de sinopla (verde), cor que representa: esperança, liberdade, abundância, cortesia e amizade, sendo que suas doze borlas podem ser interpretadas como uma alusão aos doze apóstolos.
O listel com seu lema SCIS AMO TE (Sabes que te amo), é tirado do Evangelho (Jo 21,17) e traduz a confiança total do arcebispo de que Cristo conhece seu amor por Ele e pela Igreja, sendo que as letras, por sua cor, sable (preto), traduzem: sabedoria, ciência, honestidade, firmeza e obediência ao Sucessor de Pedro.





terça-feira, 14 de abril de 2009

Padre Paulo Ricardo




Padre Paulo Ricardo Jr, pertence ao clero da Arquidiocese de Cuiabá (Mato Grosso – Brasil) e é reitor do Seminário Cristo Rei, de Cuiabá.Nasceu no dia 7 de novembro de 1967 e foi ordenado sacerdote no dia 14 de junho de 1992.Atualmente, leciona nos cursos de Filosofia e Teologia. Em 2002 foi nomeado pela Santa Sé, consultor catequetico para a Congregação para o Clero.


Pe. Paulo prega em congressos teológicos voltados para seminaristas e leigos. A maioria organizados pela Renovação Católica Carismática. Alem disso tem como ajuda a TV Canção Nova, onde tem espaço aberto para pregar, celebrar e evangelizar. Algumas de suas palestras são bastantes polemicas, onde fala-se sobre alguns desvios doutrinários cometidos por alguns bispos e padres.


Pe. Paulo é um sacerdote conservador , apesar de pregar e ter programas de TV organizados pela RCC. Ele também prega sobre os abusos litúrgicos, da importância do uso do latim na liturgia , do uso da casula (que muitos padres estao deixando de usar) e principalmente contra a herética "Teologia da Libertação".


Em seu site podemos baixar algumas de suas palestras e textos também. acesse: http://www.padrepauloricardo.org/






domingo, 12 de abril de 2009

Domingo de Páscoa
















Πάσχα

DOMINGO DE PÁSCOA

A Páscoa é um dia na Igreja de Cristo, onde se comemora a ressurreição de Cristo. É uma festa móvel. É considerada a maior de todas as festas cristãs e ocupa um lugar central no ano litúrgico. Liturgicamente, a celebração da ressurreição de Cristo continua por um período de cinquenta dias, isto é, do domingo de Páscoa até a festa de Pentecostes.

A data da páscoa pode ser diferente em determinadas regiões, pois alguns locais utilizam o calendário Juliano, instituído em 46 a.C. por Júlio César, e em outros locais utilizam o calendário gregoriano, estabelecido em 1582, reconhecido na maior parte do mundo em substituição ao calendário Juliano. Tais calendários se diferem pelo fato do gregoriano omitir dez dias e corrigir a medição do ano solar.

Ficou determinado pelo Concílio de nicéia no ano 325 d. C que a Páscoa seria comemorada no primeiro domingo após a primeira Lua cheia da Primavera que no Hemisfério Sul seria a primeira lua cheia do Outono. Desta forma o dia da Páscoa sempre acontece entre o dia 25 de março e 25 de Abril de qualquer ano.

A Páscoa deixa de ser a celebração vinculada a libertação dos Judeus e passa a ser a comemoração sobre a libertação do homem do pecado já que Jesus passa a simbolizar o corteiro que os Judeus sacrificavam na época de Páscoa.

sábado, 11 de abril de 2009

Sabado Santo


SABBATO SANCTO
VIGILIA PASCHALIS IN NOCTE SANCTA

Altar: deve permanecer desnudado, somente com a cruz e os quatro castiçais que ficaram da Ação Litúrgica.


A Solene Vigília Pascal
Hora: a melhor hora é a que permita começar a Missa pela meia-noite. Porém, por razões pastorais, a Vigília pode começar mais cedo, porém só depois do crepúsculo do sol.

Rito: consta das seguintes partes:
Bênção do fogo:

em tridentino(foto abaixo)

A colocação dos cravos no Círio Pascal:




Acedendo o Círio:



Procissão de entrada com o círio na igreja:



Entrada e apresentação do círio:


Na porta da igreja o diácono segura o círio eleva e canta "Lumem Christi", no meio da igreja ele faz a mesma coisa e proximo do altar ele se vira e faz finalizando a saudação.


Lumen Christi.(Es a Luz de Cristo)
Et omnes respondent
:(e todos respondem)
Deo grátias.( Demos Graças a Deus!)



A igreja deve permanecer na penumbra, sendo iluminada pela velas dos fiéis e da igreja. Se possivel as leituras deveram ser realizadas com a ajuda da luz de velas também.




São lidas 5 leituras do Antigo Testamento e 2 do Novo Testamento

• Depois de cada Salmo, o acólito apresenta o Missal ao Presidente (para uma oração)

• No fim da última leitura do Antigo testamento, com o seu Salmo e oração

• Acedem-se só as velas do altar (sempre que for necessário acender velas, serão acesas no Círio Pascal)

• Preparam-se as campainhas

Entoa-se o Glória – “Gloria in Excelsis Deo -"Glória a Deus nas Alturas” (aceden-se todas as luzes da igreja),

• Tocam-se as campainhas (e os sinos da igreja se possivel),

Depois do Glória, o acólito apresenta o Missal para a Oração Coleta .

Lê-se a Leitura do Novo Testamento,

• No final da leitura entoa-se o Aleluia,

• Se o Círio Pascal está ao lado do Ambão, não são precisos Ceroferários a acompanhar.

- Homilia (pregação do sacerdote)...

LITURGIA BATISMAL :

Faz-se a chamada dos catecúmenos / Batizandos,

Canta-se a Ladainha de todos os santos,

O acólito apresenta o Missal para a bênção da água,

Durante a bênção um acólito apresenta o Círio para ser introduzido na água.


Dispõem-se os Batizandos, Pais e Padrinhos no local,

Unção dos Batizandos com o Óleo dos Catecúmenos,

É rezado ou recitado o Credo,

São feitos os batizados de adultos:

E de Crianças, em algumas dioceses é feito o batismo por imerssão (pouco conhecido pela maioria dos católicos):

é colocado o Óleo do Crisma em algumas partes do corpo do novo cristão pelo sacerdote,

é dada uma veste branca ao novo cristão

Vela (os padrinhos acendem a vela no Círio Pascal),

O Presidente lava as mãos (com o sabonete e o limão),

Todos acendem as velas novamente,

Todos fazem a renovação das promessas do Batismo,

O Presidente enche a caldeirinha para aspergir nos fieis,

Faz-se a Oração Universal como habitualmente ,

Se inicia o ofertório para o Santo Sacrificio do Altar ( A Missa),

Liturgia Eucarística


• A celebração segue como habitualmente • Se tiver havido Batismos: Na Oração Eucarística pode fazer-se menção dos Batizados segundo o Missal romano.

Rito Final
• Bênção própria para a Vigília Pascal
• A procissão de saída segue como habitualmente, com a Cruz e Círios – [a Cruz – não é utilizada na entrada, mas está preparada na Sacristia para a procissão de saída]

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Sexta-Feira Santa



IN PASSIONE ET MORTE DOMINI


O elemento fundamental da liturgia da sexta-feira é a Proclamação da Palavra. O rito da apresentação e adoração da cruz nasce como ato conseqüente. A cruz é colocada no centro da Assembléia cristã como sinal pascal de vitória e do amor que vence o mal e a morte. Assim ela é aclamada e adorada. A Igreja ergue o sinal de vitória como que para tornar visível a própria palavra de Jesus: “Quando eu for levantado atrairei todos a mim” (Jo 12,32).


Dando preferência ao horário das 15 horas, que lembra a hora em que Jesus morreu, a celebração começa com prostração e silêncio,


seguida de breve oração, diante do altar despojado de toalhas, de velas e de cruz. Procede-se imediatamente à Liturgia da Palavra. Toda ênfase deve ser dada a essas leituras tão apropriadas. Em muitas comunidades é comum o grupo jovem encenar a paixão do Senhor depois da celebração litúrgica. Há, em alguns lugares, iniciativas no sentido de conversar com estes jovens para que possam integrar tais encenações na própria celebração. Nesse caso, a encenação do evangelho torna-se expressão de piedade, presença mistérica do evento litúrgico da paixão (anamnese) e não apenas representação dramática.


Para o rito da "adoração" da cruz, no caso de assembléias muito numerosas, é previsto um único gesto de reverência à Cruz, realizado ao mesmo tempo por todos. O que se deve evitar é a multiplicação de cruzes em função de agilizar a procissão, pois a verdade do sinal requer que a cruz seja única. Também não é uma solução muito pastoral transferir o gesto de beijar a cruz para depois da celebração. Se os cantos que acompanham o gesto pessoal são adequadamente escolhidos, este pode ser um momento de fecunda meditação. O rito da comunhão prevê o canto do Pai nosso; e durante a distribuição, o canto do salmo 22(21). Ao final, o altar volta a seu despojamento e a cruz é colocada no centro como referência para a oração pessoal.

Feria VI in Passione Domini



O cenário da sexta-feira é o altar desnudado e as imagens cobertas,indicando o luto da Igreja. É tempo de jejum e meditação silenciosa. Sugere-se com insistência a Liturgia das Horas. O Ofício das Comunidades oferece ofícios para as diferentes horas do dia. Outra possibilidade é a Via Sacra, expressão consagrada da piedade do povo. Em muitos lugares há expressões como a memória das dores de Maria, a procissão do Senhor morto e tantas outras manifestações. É importante respeitar tais costumes locais, sempre porém, de modo que apareça a primazia da ação litúrgica.




Solene Ação Litúrgica:
Hora: deve-se celebrar à tarde, por volta das 15 horas.
Porém, onde houver alguma razão pastoral, pode ser celebrada
desde o meio-dia até às 9 horas da noite.
Altar: deve estar totalmente desnudado, sem Cruz,
sem castiçais e sem toalhas.
Rito: é próprio e consta de quatro partes:

1) Leituras;2) Orações Solenes; 3) Adoração da Cruz; 4) Comunhão.


Indulgência: A Igreja concede Indulgência plenária
aos que hoje participam piedosamente da veneração da Santa
Cruz e beijam devotamente o Santo Lenho (cf. Enchiridion
Indulg., n. 17).

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Quinta-Feira Santa



Hoje realiza-se em toda Igreja a Quinta -Feira Santa. Onde é realizado 2 cerimônias litúrgicas: a Missa Crismal e a Missa do Lava Pés.


  • MISSA CRISMAL:

Na manhã da Quinta-feira Santa a Igreja celebra a Bênção dos Santos Óleos. Composto por óleo de oliva misturado com perfume (bálsamo) é consagrado pelo Bispo Diocesano para ser usado nas celebrações do Batismo, Crisma, Unção dos Enfermos e Ordenação.


Esta missa é realizada em todas as igrejas catedrais, onde é presidida pelo bispo local, e co celebrada pelos demais sacerdotes. Os vasos contendo óleo de azeite de oliva é conduzido e apresentado diante do bispo , através de um diácono. em seguida o bispo abençoa os óleos , onde cada padre presente levará um pouco para ser usado durante todo o ano, nos rituais da paroquia.

Nesta mesma missa todos os os padres renovam as promessas sacerdotais.
São três os óleos abençoados nesta celebração:
  1. Óleo do Crisma: uma mistura de óleo e bálsamo, significando plenitude do Espírito Santo, revelando que o cristão deve irradiar "o bom perfume de Cristo". É usado no Sacramento da Confirmação (Crisma) quando o cristão é confirmado na graça e no dom do Espírito Santo, para viver como adulto na fé. Este óleo é usado também no Sacramento do Ordem, para ungir os "escolhidos" que irão trabalhar no anúncio da Palavra de Deus, conduzindo o povo e santificando-o no ministério dos Sacramentos. A cor que representa esse óleo é o branco ouro.


  2. Óleo dos Catecúmenos: catecúmenos são os que se preparam para receber o Batismo, sejam adultos ou crianças, antes do rito da água. Este óleo significa a libertação do mal, a força de Deus que penetra no catecúmeno, o liberta e prepara para o nascimento pela água e pelo Espírito. Sua cor é vermelha.


  3. Óleo dos Enfermos: é usado no Sacramento da Unção dos Enfermos, conhecido antigamente como "extrema-unção". Este óleo significa a força do Espírito de Deus para a provação da doença, para o fortalecimento da pessoa para enfrentar a dor e, inclusive a morte, se for vontade de Deus. Sua cor é roxa.



A MISSA DA INSTITUIÇÃO DA EUCARISTIA E DO LAVA PÉS:

Durante a noite de Quinta-Feira Santa, a Missa da Ceia do Senhor é celebrada. Existe apenas uma missa, na qual toda a comunidade e padres da paróquia participam. Esta é uma missa muito alegre, como se recordam a instituição da Santíssima Eucaristia e do sacerdócio. Os sacerdotes usam vestes brancas, o altar é cheio de flores, o Glória é cantada e os sinos são degrau. Depois da Glória, que não deve-se ouvir os sinos e música do órgão até a Vigilia Pascoal. A Liturgia da Missa lembra a Páscoa, a Última Ceia, que inclui a lavagem dos pés.

O hino Ubi Caritas é normalmente é cantada no momento. Após a Oração pos Comunhão , não há bênção final. A Sagrada Eucaristia é transportada em procissão através da Igreja e, em seguida, transferido para um local de reposição, geralmente uma capela lateral. O hino Pange Lingua também é geralmente cantado neste momento.

Depois da Missa, recordamos a agonia no jardim, bem como a detenção e prisão de Jesus. O altar é despojado , cruzes são retiradas ou cobertas. A Eucaristia é colocado em um altar de repouso, e em algumas igrejas são abertas para a adoração silenciosa, para atender o convite do Cristo "Pode não, então, assistir uma hora comigo?" (Mat 26,40)

O Altar de repouso é quando a Eucaristia é processada para o altar de repouso após a Missa da Ceia do Senhor, devemos permanecer no silêncio da oração e da adoração, mantendo Cristo empresa. Existe uma tradição, especialmente nas grandes cidades com várias paróquias, para tentar visitar sete igrejas e os seus altares de repouso durante esta noite.


A Piedade popular é particularmente sensível para a adoração do Santíssimo Sacramento a maioria, na sequência da Missa da Ceia do Senhor. Devido a um longo processo histórico, cujas origens não são totalmente claras, o lugar de repouso tem sido tradicionalmente referido como "um Santo Sepulcro". Os fiéis vão lá para venerar Jesus, que foi colocado em um túmulo após a crucifixão e na qual ele permaneceu por cerca de quarenta horas.


É necessário instruir os fiéis sobre o sentido da reposição: é uma austera solene conservação do Corpo de Cristo para a comunidade de fiéis que toma parte na liturgia da Sexta-feira Santa É um convite a adoração silenciosa e prolongada do sacramento instituído por Jesus neste dia.
Em referência ao altar de repouso, portanto, o termo "enterrar" deve ser evitada, e sua decoração não deve ter qualquer sugestão de um túmulo.

O sacrário neste altar não deve ser sob a forma de uma sepultura ou urna funerária. O Santíssimo Sacramento deve ser conservado em uma tenda fechada e não deve ser exposta em um ostensório.

Após a meia-noite na Quinta-Feira Santa, a adoração deve concluir sem solenidade, desde o dia da Paixão do Senhor já começou.
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