Agindo em nome das associações católicas pró-vida em mais de 80 países do mundo, a Human Life International concede o Prêmio Cardeal Von Galen a personalidades que se destacam na defesa da sacralidade da vida conforme a lei de Deus proclamada pela Igreja Católica.
sábado, 18 de abril de 2009
Dom José Cardoso, recebe prêmio internacional
Agindo em nome das associações católicas pró-vida em mais de 80 países do mundo, a Human Life International concede o Prêmio Cardeal Von Galen a personalidades que se destacam na defesa da sacralidade da vida conforme a lei de Deus proclamada pela Igreja Católica.
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Repouso no Espírito: Verdade ou indução coletiva?
Observamos em alguns encontros ditos carismáticos da RCC, a prática do dito "repouso no Espírito Santo". Onde jovens e adultos em geral em um determinado tempo do "encontro", "culto", repousam (caindo para trás sendo segurados por uma pessoa na maioria das vezes e colocado deitado no chão). Tal fato é visto como obra de Deus! A doutrina Carismática ou Pentencostal assim afirma.
O documento nº 53 da CNBB, "Orientações Pastorais sobre a Renovação Carismática Católica", dá a seguinte orientação: "em assembléias, grupos de oração, retiros e outras reuniões evite-se a prática do chamado 'repouso no Espírito'. Essa prática exige maior aprofundamento, estudo e discernimento".
Alguns líderes da Renovação têm a preocupação de que o repouso no Espírito não seja ativado pelo Espírito Santo, mas que, pelo contrário, seja um fenômeno misto. O autor de um artigo na revista New Covenant comenta:
"Outros têm algumas reservas sobre este fenômeno. Vêem a experiência como algo muito semelhante aos estados de hipnose e de auto-sugestão que não estão, necessariamente, relacionados com o Espírito Santo. Eles questionam seriamente a base escriturística do fenômeno e têm graves reservas sobre a sabedoria pastoral de encorajá-lo"(.Pe. Robert DeGrandis, ssj.)
Devemos ter cuidado com doutrinas estranhas , diferentes das ensinadas pela Santa Igreja Católica.
Vejamos alguns videos desta prática do "repouso no Espírito":
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Novo Arcebispo de Juiz de Fora-MG
Posse do novo Arcebispo de Juiz de Fora-MG


Nascido em 09 de outubro de 1950 em Itapecerica – MG, Até a nomeação para Juiz de Fora, atuava como bispo em Jundiaí (desde 2004).
Nascimento: 09/10/1950
Ordenação Presbiteral: 18/12/1976
Ordenação Episcopal: 16/10/1999
Nomeação como Arcebispo de Juiz de Fora: 28/01/2009
Posse como arcebispo de Juiz de Fora: 28/03/2009
Lema Episcopal: "Scis Amo Te" – Senhor, sabes que eu te amo
É Bacharel em Letras, Filosofia e Teologia . É Mestre em História Eclesiástica pela Universidade Pontificia Gregoriana em Roma..
Foi ordenado sacerdote no dia 18 de dezembro na sua cidade natal e foi ordenado bispo no dia 16 de outubro de 1999.
O escudo obedece às regras heráldicas para os Arcebispos. O chefe, terça parte superior do escudo, é de goles (vermelho) simbolizando: o fogo da caridade inflamada no coração do Arcebispo pelo Divino Espírito Santo; o sangue de Cristo derramado, por extremo amor, pela salvação da humanidade; bem como: valor e socorro aos pobres, órfãos, injustiçados, enfim a todos os necessitados.
terça-feira, 14 de abril de 2009
Padre Paulo Ricardo


Padre Paulo Ricardo Jr, pertence ao clero da Arquidiocese de Cuiabá (Mato Grosso – Brasil) e é reitor do Seminário Cristo Rei, de Cuiabá.Nasceu no dia 7 de novembro de 1967 e foi ordenado sacerdote no dia 14 de junho de 1992.Atualmente, leciona nos cursos de Filosofia e Teologia. Em 2002 foi nomeado pela Santa Sé, consultor catequetico para a Congregação para o Clero. domingo, 12 de abril de 2009
Domingo de Páscoa






ΠάσχαDOMINGO DE PÁSCOA
A Páscoa é um dia na Igreja de Cristo, onde se comemora a ressurreição de Cristo. É uma festa móvel. É considerada a maior de todas as festas cristãs e ocupa um lugar central no ano litúrgico. Liturgicamente, a celebração da ressurreição de Cristo continua por um período de cinquenta dias, isto é, do domingo de Páscoa até a festa de Pentecostes.
A data da páscoa pode ser diferente em determinadas regiões, pois alguns locais utilizam o calendário Juliano, instituído em 46 a.C. por Júlio César, e em outros locais utilizam o calendário gregoriano, estabelecido em 1582, reconhecido na maior parte do mundo em substituição ao calendário Juliano. Tais calendários se diferem pelo fato do gregoriano omitir dez dias e corrigir a medição do ano solar.
Ficou determinado pelo Concílio de nicéia no ano 325 d. C que a Páscoa seria comemorada no primeiro domingo após a primeira Lua cheia da Primavera que no Hemisfério Sul seria a primeira lua cheia do Outono. Desta forma o dia da Páscoa sempre acontece entre o dia 25 de março e 25 de Abril de qualquer ano.
A Páscoa deixa de ser a celebração vinculada a libertação dos Judeus e passa a ser a comemoração sobre a libertação do homem do pecado já que Jesus passa a simbolizar o corteiro que os Judeus sacrificavam na época de Páscoa.
sábado, 11 de abril de 2009
Sabado Santo
Altar: deve permanecer desnudado, somente com a cruz e os quatro castiçais que ficaram da Ação Litúrgica.
• Rito: consta das seguintes partes:
em tridentino(foto abaixo)
A colocação dos cravos no Círio Pascal:

Acedendo o Círio:

Procissão de entrada com o círio na igreja:
Entrada e apresentação do círio:
Na porta da igreja o diácono segura o círio eleva e canta "Lumem Christi", no meio da igreja ele faz a mesma coisa e proximo do altar ele se vira e faz finalizando a saudação.
Et omnes respondent:(e todos respondem)
Deo grátias.( Demos Graças a Deus!)


A igreja deve permanecer na penumbra, sendo iluminada pela velas dos fiéis e da igreja. Se possivel as leituras deveram ser realizadas com a ajuda da luz de velas também. 

• São lidas 5 leituras do Antigo Testamento e 2 do Novo Testamento
• Depois de cada Salmo, o acólito apresenta o Missal ao Presidente (para uma oração)
• No fim da última leitura do Antigo testamento, com o seu Salmo e oração
• Acedem-se só as velas do altar (sempre que for necessário acender velas, serão acesas no Círio Pascal)
• Preparam-se as campainhas
• Entoa-se o Glória – “Gloria in Excelsis Deo -"Glória a Deus nas Alturas” (aceden-se todas as luzes da igreja),
• Tocam-se as campainhas (e os sinos da igreja se possivel),
Depois do Glória, o acólito apresenta o Missal para a Oração Coleta .
Lê-se a Leitura do Novo Testamento,
• No final da leitura entoa-se o Aleluia,
• Se o Círio Pascal está ao lado do Ambão, não são precisos Ceroferários a acompanhar.
- Homilia (pregação do sacerdote)...
LITURGIA BATISMAL :
Faz-se a chamada dos catecúmenos / Batizandos,
Canta-se a Ladainha de todos os santos,
O acólito apresenta o Missal para a bênção da água,
Durante a bênção um acólito apresenta o Círio para ser introduzido na água.
Dispõem-se os Batizandos, Pais e Padrinhos no local,
Unção dos Batizandos com o Óleo dos Catecúmenos,
É rezado ou recitado o Credo,
São feitos os batizados de adultos:
E de Crianças, em algumas dioceses é feito o batismo por imerssão (pouco conhecido pela maioria dos católicos):

• Bênção própria para a Vigília Pascal
• A procissão de saída segue como habitualmente, com a Cruz e Círios – [a Cruz – não é utilizada na entrada, mas está preparada na Sacristia para a procissão de saída]
sexta-feira, 10 de abril de 2009
Sexta-Feira Santa


IN PASSIONE ET MORTE DOMINIO elemento fundamental da liturgia da sexta-feira é a Proclamação da Palavra. O rito da apresentação e adoração da cruz nasce como ato conseqüente. A cruz é colocada no centro da Assembléia cristã como sinal pascal de vitória e do amor que vence o mal e a morte. Assim ela é aclamada e adorada. A Igreja ergue o sinal de vitória como que para tornar visível a própria palavra de Jesus: “Quando eu for levantado atrairei todos a mim” (Jo 12,32).
seguida de breve oração, diante do altar despojado de toalhas, de velas e de cruz. Procede-se imediatamente à Liturgia da Palavra. Toda ênfase deve ser dada a essas leituras tão apropriadas. Em muitas comunidades é comum o grupo jovem encenar a paixão do Senhor depois da celebração litúrgica. Há, em alguns lugares, iniciativas no sentido de conversar com estes jovens para que possam integrar tais encenações na própria celebração. Nesse caso, a encenação do evangelho torna-se expressão de piedade, presença mistérica do evento litúrgico da paixão (anamnese) e não apenas representação dramática. Feria VI in Passione Domini

O cenário da sexta-feira é o altar desnudado e as imagens cobertas,indicando o luto da Igreja. É tempo de jejum e meditação silenciosa. Sugere-se com insistência a Liturgia das Horas. O Ofício das Comunidades oferece ofícios para as diferentes horas do dia. Outra possibilidade é a Via Sacra, expressão consagrada da piedade do povo. Em muitos lugares há expressões como a memória das dores de Maria, a procissão do Senhor morto e tantas outras manifestações. É importante respeitar tais costumes locais, sempre porém, de modo que apareça a primazia da ação litúrgica.



• Hora: deve-se celebrar à tarde, por volta das 15 horas.
Porém, onde houver alguma razão pastoral, pode ser celebrada
desde o meio-dia até às 9 horas da noite.
• Altar: deve estar totalmente desnudado, sem Cruz,
sem castiçais e sem toalhas.
• Rito: é próprio e consta de quatro partes:
Indulgência: A Igreja concede Indulgência plenária
aos que hoje participam piedosamente da veneração da Santa
Cruz e beijam devotamente o Santo Lenho (cf. Enchiridion
Indulg., n. 17).