
Instrução Redemptionis Sacramentum, 215-216)
MODO CERTO , padres com habito religioso por baixo da túnica cerimonial para a Missa. Como manda o Missal Romano e vemos o presidente da celebração de Casula, como também manda o Missal.




Por fim: Os protonotários numerários continuam o trabalho do Colégio dos Protonotários e ainda possuem alguns deveres no trato dos documentos papais. Outros superiores da cúria Romana que não são bispos são tratados como protonotários numerários. A estes se incluem os auditores da Rota Romana, quatro clérigos da Câmara Apostólica e alguns outros.


Segundo o Missal Romano e a instrução Redemptionis Sacramentum, comecemos pelo mais básico: ao terminamos de rezar o “Pai Nosso” e não respondemos “amém”, porque há um complemento a oração que Nosso Senhor nos ensinou que é a oração que o sacerdote, de braços abertos reza:
Livrai-nos de todos os males, ó Pai,e dai-nos hoje a vossa paz.
Ajudados pela vossa misericórdia,sejamos sempre livres do pecado
e protegidos de todos os perigos,enquanto, vivendo a esperança,
aguardamos a vinda de Cristo Salvador.
Esta oração é a continuação direta do Pai Nosso, onde, por nós, o sacerdote pede a paz e nossa libertação do mal e do pecado, enquanto aguardamos a Segunda Vinda de Cristo. Então, confiantes nós respondemos:
Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
Então, sozinho e de braços abertos, o sacerdote reza a oração pela Paz. Mas, não são todos que rezam esta oração? Não! Isso foi um “erro” litúrgico que se difundiu e, infelizmente, tornou-se comum. Porém, é apenas o sacerdote ordenado que age in persona Christi, ou seja, na pessoa de Cristo que clama, como primeiro representante de toda a Igreja, pela paz. Recapitulando, o sacerdote sozinho e de braços abertos reza:
Senhor Jesus Cristo
dissestes aos vossos Apóstolos:
Eu vos deixo em paz, eu vos dou a minha paz.
Não olheis os nossos pecados,
mas a fé que anima vossa Igreja;
dai-lhe, segundo o vosso desejo,
a paz e a unidade.
(Aqui ele junta as mãos e conclui)
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
“E nós não fazemos nada, então?”, podem perguntar alguns. Fazemos sim! Nós damos nossa confirmação e anuência ao pedido do sacerdote dizendo “Assim seja!”, com nosso:
Amém.
E aqui vem o mais belo de todos os momentos. Depois de suplicar pela paz a sua Igreja, sendo que nós fazemos parte da Igreja Militante, o sacerdote, nos saúda com a mesma saudação de Jesus Ressuscitado aos apóstolos (Jo 20,21):
A paz do Senhor esteja sempre convosco!
No que respondemos:
O amor de Cristo nos uniu!
E ai está terminado o Rito da Paz e o obrigatório é que se siga, cantando ou rezando, o Cordeiro de Deus (Agnus Dei). “Hey! Mas, aonde está a saudação da paz?”, muito simples, o Missal Romano nos dá a indicação (p. 501, item 129):
Em seguida, se for oportuno (grifo nosso), o diácono ou sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Irmãos e irmãs,
Saudai-vos em Cristo Jesus.
(seguem-se outras fórmulas, no que continua o Missal, na página seguinte):
E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade, o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.
Enfim, o Missal não cita a obrigatoriedade da saudação, ao contrário, coloca-a como opcional (a clausula “se for oportuno” indica isso), da mesma forma, ele não fala nada de músicas, cantos ou palmas, nem de passeios pela Igreja, nem do sacerdote vir saudar o povo, ao contrário, a instrução Redemptionis Sacramentum, nos pontos 71 e 72, clareia ainda mais a intenção e o modo sobre como se deve saudar-nos desejando a paz:
[72.] Convém «que cada um dê a paz, sobriamente, só aos mais próximos a si. O sacerdote pode dar a paz aos ministros, permanecendo sempre dentro do presbitério, para que não altere a celebração. Faça-se do mesmo modo se, por uma causa razoável, deseja dar a paz a alguns fiéis». «No que se refere ao significado (sinal) para se desejar a paz, estabeleça, a Conferência de Bispos, qual é a forma mais apropriada», com o reconhecimento da Sé apostólica, «de acordo com a idiossincrasia (características próprias) e os costumes dos povos».



missa solene ( Paulo VI)
Pouco observamos os padres se inclinarem principalmente ao repetir as palavras do Cristo na consagração eucarística. Vejamos o que diz o MISSAL ROMANO de Paulo VI.
IGMR 308: "Haja também sobre (acima de... ) ou perto dele uma cruz com a imagem do Cristo crucificado que seja bem visível para o povo reunido.( durante a missa) . convém que tal cruz (a do crucificado) ... permaneça junto do altar fora das celebrações litúrgicas".
IGMR, 122: " “A cruz, ornada com a imagem do Cristo crucificado trazida eventualmente na procissão, pode ser colocada junto ao altar, de modo que se torna a cruz do altar, que deve ser uma só; caso contrário, ela será guardada em lugar adequado; os castiçais são colocados sobre o altar ou junto dele; o Evangeliário seja colocado sobre o altar”.
Quando se fala" Altar", se fala da superficie onde é realizado o Santo Sacrificio e não o conjunto arquitetônico sacro onde fica o padre.
"...Coloquem-se , em qualquer celebração, ao menos (no mínimo) dois cartiças com velas acessas..."(IGMR, 117) E não só um, como alguns padres afirmam por ai. 
Missa de Ordenação
Se ultiliza 2 cartiçais acessos para a proclamação do evangelho. Tendo o círio pascal acesso proximo do ambão esses cartiças deverão ser substituídos pelo círio acesso.


5. segue em direção ao santíssimo ,